domingo, 22 de novembro de 2009

Selo ;D


Meu primeiro selo.. Recebi do 'Anjo Torto', mas acho que não posso mandar de volta, mas valeu Rívia..
Tenho que responder:
Eu já: menti
Eu nunca: me procupei com a diferenças entre mentiras e omissões
Eu sei: diferenciar as coisas
Eu quero: saber mentir, sem magoar, e diferenciar sem julgar
Eu sonho: eu não ter que diferenciar as coisas pra entender o que for
E indicar 5 blogs:
Cacos Avulsos- Giovanna http://cacosavulsos.blogspot.com
O gato que ri- Gabriella http://ogaatoqueri.blogspot.com
Alice no páis das armadilhas- Hamony http://alicenopaisdasarmadilhas.blogspot.com/

'Lucky I'm in love with my best friend'


Essa é verdade, a felicidade expulsa o ar dos pulmões.. É a mais sincera (e pura?) euforia, tão esfuziante de paixão recém-nascida. É assim.. ela não se cansa de olhar para os olhos dele, mesmo que por reflexos. Sem obrigações ela se sente feliz. E ela gosta do toque das mãos dele, e do modo como ele age. Ela gosta, se apaixona, como se por mágica, a cada dia.. E vêm gostando dele a dias demais, ela não deveria, mas é o que ela faz, ela sente saudades, sente o coração pesado de tanto carinho, que supostamente sente por ele, sem ser a obrigação de estar com alguém, e sorte a dela gostar de estar com ele, ele é seu amigo antes de ser sua nova paixão.
Ela sabe que não é assim, recíproco nos pequenos detalhes, ao contrário, é platonicamente cruel, mas ela espera que seja sincero, ele tem fé que é. Ela sabe como é se iludir com o que não existem, e criar sentidos ambíguos pra tudo o que ele diz.. Ela vive, simplesmente vive, e no momento, vive pensando nele.
Ele porém, não sei pensa nela, se não pensa, tem que se esforçar pra fingir que o faz. Ela pode ser promíscua, e carente, mas não é tão frágil e vulnerável, têm príncipios e orgulho.
Mais do que pecados, ela tem coração, tem amor, que por mais em prantos permanece, insiste, em continuar correndo atrás de uma felicidade maldita, que ao invés de fazer feliz, foge.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Sophia má.. muito má..


Sophia nunca pensou que sentiria tanto ciúmes. Desejando o mal de dois amigos que ela amava, mas não gostava (mais) do que eles eram(ou tentavam ser) juntos.
Afinal, eles não tinham futuro, não podiam ter, eram opostos que não podiam se atrair, ela era libertina demais, apesar de ser uma boa amiga. Sophia a conhecia há muito tempo e sabia como ela era, o vício de não gostar de ninguém, saber ser cruel quando quer.
Eu realmente tenho pena de Sophia, tão incapaz, ela o amava desde muito tempo, quem sabe desde o primeiro momento em que o viu, e ainda desejou o bem dele ao lado de todas as outras. Sophia é uma boa amiga, até demais. Maldito momento em que se deixou ser tão passiva.
Sophia é criança, fraca e frágil. Ela não quer o mal deles, mas ela sabe(ou talvez queira)que eles não serão tão felizes assim, juntos.
Mas talvez fosse madura ao ponto de deixa-lo ser feliz..
Afinal, era uma boa amiga, e nunca seria mais do que isso.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

eeh.. *-* de repente.. de surpresa.. sem eu espeerar.. aí quando vier vai ficar mto tempo, tempo o bastante pra eu e ele falarmos 'eu te amo', falar de verdade, tempo o bastante pra eu achar que vai ser pra sempre, tempo o bastante pra eu achar que vou me casar com ele, ou não, tempo demais, mto tempo mesmo, um tempo em que eu vou ser muito feliz, e ele também, tanto tempo, que a eternidade do romance vai durar por muitos dias,meses, ou quem sabe até anos. Tempo que dê pra eu acreditar que ele é o homem da minha vida, e eu a mulher da vida dele, e assim, mesmo que não seja eterno, vai ser pra sempre, e infinito enquanto durar..

Coisinha escrita no msn, enquanto eu falava com uma amiga que ainda achava um namorado tãao bom quanto o dela(que não fosse o dela). E olha que eu nem acredito que casamento dê certo, não acredito em romances perfeitos, em paixões tão intensas quanto as de livros e filmes, mas fazer o que, que mulher não sonha com isso..

p.s: Beejo amiiga que me inspirou essas liinhas ;D

Amizade


Fugindo um poucos dos meus temas habituais. Vim falar de amizade..
Definido amizade: a melhor coisa que eu tenho.. E essa minha amiga da foto, é uma das melhores pessoas que aconteceram na minha vida. Ela é meio grossa as vezes, e meio estúpida, ela é meio arrogante e ríspida.. Mas é minha amiga.. Muita gente(muita gente mesmo) não gosta dela.. Mas hoje é aniversário dela, e eu sei que ela não lerá isso hoje.. se é que vai ler um dia... Mas quis deixar aqui minha singela homenagem à ela, já que não comparecei a comemoração dos seus 18anos menos 1. ;D
Mas assim.. BFF, sabe bem que a nossa amizade é 'Spinal Tap' e eu me esforço o máximo pra te aturar o máximo possível(porque convenhamos, você não eh muito fácil de conviver). Mesmo você tendo que dizer: "Eu te avisei" sempre..
Mas eu nem ligo não.. Já me acostumei..
Mas enfim.. Parabéns.. Tudo de melhor..
Também adoraria receber parabéns no seu blog.. mas sei que é improvável.. mas mesmo assim.. Obrigado por ser minha amiga, e me encaminhar ao caminho da salvação(ou seria perdição?)

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Horas Extremas


Tudo permancia calmo e tranquilo, o silêncio era apenas uma consequência da agonia. Eu adormecia aos poucos, ainda restava esperança por trás daqueles vitrais coloridas.
Naquela altura dos acontecimentos, risos já não eram mais confortáveis, alegrias agudas causavam desconsolo. Lembranças, eram tudo o que restava, entre todos as lágrimas que o orgulho estancou na fonte em explosões de cólera. Minha vida fora mais efêmera do que julgava ter sido intensa. Como o mais breve interlúdio de Mozart.
Espelhos deformantes e límpidos refletiam olhos insones a procura de luz. Diante deles, via-me em meu leito de morte, tão pura quanto um punhal de sacrifício.
Sinto falta de quando meus gestos eram tão ritmados quanto em um balé, desvanecia enquanto pensava nos romances tortos, que passei a vida, tentando endireitar, em vão.
Por fim, senti um súbito frêmito de desistência.
Então.. a morte era assim, anoitecia aos poucos, e eu nem percebi que era o fim..

domingo, 27 de setembro de 2009

Brown Eyes

Sussuros, passos, é todo o som que o silêncio emite.
Não posso desviar os pensamentos dos olhos castanhos. que em suas pupilas desenhavam montanhas, sem desviar as atenções..
Cansara de se esconder em cantos escuros para chorar em paz. Ela tinha uma imagem meiga, frágil, pueril, até amável.
Paixões são mais perigosas do que andar na ponta dos pés? Segredos são tão bem guardados quanto corações puros?
Ela sangra apenas para anestesiar a dor. Girando, girando, girando, sem lembranças ruim, como se até o momento sua vida havera sido, uma sucessão de momentos perdidos.
Pisando em cacos do 3º espelho que acabara de quebrar, 21 anos de azar. Pequenos cortes não aliviam sensações, nada mais está intacto.
Tudo tocado pela ira das superstições.Insensata.
Ela era apenas mais uma garota atordoada com futilidades adolescente, apesar de odiar essa teoria.
Inúmeros pares de olhos a julgavam, verdes, azuis, acinzentados, negros, mas os olhos castanhos, que em suas pupilas desenhavam montanhas, eram tão onipresentes..
Fones de ouvido criavam a trilha sonora da vida que outrora sonhara com finais plenos e felizes.
É, e ela brincava com o aquilo que decretava seus 28 anos de azar.
1 a menos, 7 a mais, que diferença faz?
Andando sozinha, querendo dormir até morrer, mas não antes de entender o significado das palavras ditas pelo dono dos olhos castanhos, intensos, rasos que expressavam um mistério, no mínino, encantador.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

E daí se eu sofrer de novo? é o que eu faço melhor!


Sabe como é?
Essa sensação de fracasso constante. Como se tudo ao redor sufocasse?
Como se a sua vida não fosse mais sua, e todo mundo se sentisse no direito de opinar, e cada um d um jeito, do jeito q acha melhor pra si. E dane-se a dona da vida que todo mundo acha boa de criticar.
É como se tudo que eu fizesse fosse feito pra chamar a atenção dele. E NÃO É.
E daí que eu me arrisco na fé de não mais sofrer, a vida é assim, eu sou assim. E todo mundo deveria saber disso.
Não vou mudar, nem crescer. Deixa assim, deixa rolar, me deixa sofrer. Eu nunca me arrependo de nada, mas tudo o que eu faço, depois a pressão é tanta q eu acabo não fazendo de novo, mesmo q eu queira..
A vida inteira foi assim, o que eu não podia e devia fazer.
E fica todo mundo acompanhando, transformando a minha vida numa novela, aqueles dramas mexicanos movidos a lágrimas e reconciliações, eu não tenho mais paciência pra aturar o egoísmo de amiga carente, mesmo que ela seja aquela que idolatro.
Pois é. Minha frustrações não se resumem a frustrações românticas. Eu também tenho amigas complexas, ciumentas, arrogantes e individualistas.
Parece que eu estou crescendo, impondo minha voz, mas só em mente né, e para os outros.
Não estou mais em ânimo de fingir sorrisos e abaixar a cabeça.
Dá vontade de gritar, deixa eu me ferras sozinha, de novo. Me espera correr de volta, pedindo perdão por ignorar, me deixa voltar entre lágrimas, pra ter o prazer de dizer "eu avisei".
Me deixa acreditar que pode dar certo, deixa eu me esforçar pra que dê certo. E se der errado, que seja.
Ele é só mais um cara, e que já esqueci (muitos) outros caras antes..

"É como se eu ouvisse duas músicas ao mesmo tempo e não conseguisse definir qual a melhor, é barulho demais pra levar alguém a sério"

terça-feira, 15 de setembro de 2009


-Oi?
-
oi
-O que houve?
-E
u.. acho melhor a gente não ficar mais.

E terminou assim, mais um relacionamento de menos de uma semana, é Sophia, você anda pior do que pensa. Sonhou tanto tempo com um namorado e agora está assim, acabando com tudo, você sempre foi tão egoísta,e é tão hipócrita ao ponto de nem dizer por que.
Pobre menino, achando que é tudo culpa dele, dissimulada, você aceita os depoimentos e recados apaixonados, ri das cartas. Como se fosse mesmo culpa dele, você nunca prestou. Deveria mudar suas palavras, você quer ficar com ele, mas não sabe se ele te perdoaria, talvez até perdoasse se você não tivesse se enrolado tanto.
Sophia, Sophia, você tem medo de ficar sozinha. deveria ter feito assim, um dia antes:
- Oii
-
oi
-tudo bem?
-não, eu tenho que te contar uma coisa.
- diga.
- Eu não presto, eu sou mais enrolada que rolo de barbante, você é legal de mais pra mim, o que eu fiz não tem perdão e eu realmente não espero isso, só não queria mentir pra você. Não suporto mentiras.
-Diz de uma vez.
-Sabe, eu fiquei com outra pessoa, eu es
tava bêbada, mais eu nunca usei isso como justificativa, mas eu só queria que você soubesse, eu não to me sentindo culpada, só me sinto mal por você, eu gosto de você, muito mesmo, mas se eu fiz isso é por que eu não gosto tanto assim. Me desculpa, mas é isso, e eu acho melhor a gente não ficar mais.

Ah! Soaria mais sincero do que terminar por nada e deixar o menino achando que é culpa dele. Agora já é tarde pra contar a verdade. E ainda dá esperanças, você aí, domesticando seus cachorrinhos, inconseqüente.Ele podia ter relevado ou não, pelo menos não ia remoer essa história o resto do ano. Eu já disse que você não presta?
Ah, coitadinha ta chorando, sofrendo, pára, ou vai borrar sua tão demorada maquiagem, anda logo, procura outro amor pra sofrer, goste de alguém que goste de você assim como ele gosta.
Mas sabe que não vai encontrar
né? Você gosta de quem não te dá atenção, é gosta da solidão.
Fica aí chorando mais um pouquinho, entregue à companhia de
Maysa e Clarice, eu não me importo de te ver sofrendo com razão.Sophia, tah me ouvindo?
- Mas é claro, como vou te ignorar, é pode me deixar chorando, é melhor aqui no silêncio, não gosto do som da sua voz.
- Não gosta do som da sua própria voz?
- Não! Agora me deixa sozinha.
- Não posso..
- Então só fiquei quieta, me deixe quieta, nós duas pensando no que andamos dizendo.

Ali estavam, Sophia e Sophia, sensata e apaixonada, olhando nos olhos da verdade. É, ela já tem capacidade de magoar, antes não fosse capaz...

domingo, 5 de julho de 2009


Uma viagem de devaneios do presente ao infinito
Procurando o início de um novo fim
Ansiando o relato de uma estrela que nos ensina até onde devemos chegar

E se o nada e seus ideais por nós pairar
E se o nada estiver destinado a ser tudo o que teremos
Será que o destino é mesmo irônico e tudo está realmente escrito
Ou será que o nada é a única certeza

Bem perto da confusão da mente de um ser
Quando as palavras esvanecem-se em frustração
E não há mais resquícios de coerência
Quando pensamentos chocam-se sem lugar para cair
Enquanto nenhum som de palavras soe coeso
Sem poder entrar no recanto mais profundo da biblioteca de nossos pensamentos
Trancando as frases que mais nos inspiram
Perto da insanidade, e bem longe da dor lírica e satírica da eloquência

Você de repente não estranha de ser você?
Quando as mão soam frias
E o peito fica arfante
Porque as ilusões não dignaram-se a te seguir pelos caminhos
Que Alice se esforçou para encontrar
E seus olhos fitam no espelho, um novo rosto da falência indecifrável e irreconhecível
E você encontra dentro dessas pupilas dilatadas
A cicatriz nesta face de um mundo tão mesquinho
Você admira o reflexo de quem chora com as melhores coisas da vida

O medo permanece nas mentes, e as dominando o tempo todo
As canções acalentam quando os sonhos estão vazios
E os corações quebrados, jogados ao chão
A verdade da liberdade nos cerca como frutos indignos de corações obscuros
O ódio nos aceita como filhos da imundície abandonados por aquele afeto
Tão cheio de amparo que encontrávamos dentro de nós

Deixemos de acreditar na imagem de brinquedos tortos procurando aceitação
É impossível enxugar as lágrimas que não vêem

Ou o momento de verdade em suas mentiras
Sim, você sangra apenas para saber que está viva

E em um conto de farsas tão lúcido
nosso final pode não ser tão feliz assim
Já que somos vulneráveis ao ponto de nos perdermos na mentira
de almas mortas e corpos crus.

Co-autoria: Rívia Petermann
Texto escrito como trabalho de Filosofia sobre temas que nós preferimos não ressaltar tanto no texto